Há tempo que andava assim feliz e bem-disposta, sempre
a murmurar cantilenas! Isto acontecia desde que ele fora à loja vê-la.
Gostava dos seus piropos: havia nele uma ternura tão intensa, que fazia Juliana sentir-se sempre luminosa! Costumava disfarçar, mas era
difícil e nem sempre conseguia.
Hoje, olhou-o sorrateira e atentamente por um instante, quase
eterno. Depois, corada, riu sem jeito,
disse uma tontice, e mais uma vez ajeitou o xaile.
Adorava este Zé. Estava mesmo apaixonada!
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